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Pet Friendly (Política de Aceitação de Animais)

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Atualizado em 15 de agosto de 2026

O que é política pet friendly

Pet friendly é a decisão declarada no anúncio de aceitar hóspedes que viajam com animal de estimação, junto com as regras que acompanham essa aceitação — geralmente uma taxa adicional por estadia, limite de quantidade e porte do animal, e cláusula explícita de responsabilidade do hóspede por qualquer dano causado pelo pet. Não é uma característica binária do imóvel em si: é uma política que o gestor define e pode ajustar, equilibrando o público adicional que a permissão atrai contra o risco extra de dano e desgaste que ela traz.

Como funciona, na prática

A demanda por imóvel pet friendly costuma ser maior do que a oferta na maioria dos destinos — muitos hóspedes filtram a busca especificamente por essa opção, e imóveis que aceitam animal tendem a converter melhor dentro desse recorte de público, mesmo cobrando taxa adicional. Um modelo comum: taxa fixa de R$ 80 a R$ 150 por estadia, independente da duração, cobrando de volta parte do desgaste extra esperado (pelos, arranhões em móveis, cheiro residual), somada a um limite declarado de porte e quantidade — por exemplo, até dois animais de pequeno porte, sem espécies exóticas.

O ponto que mais separa uma política pet friendly bem estruturada de uma mal pensada é o que acontece quando há dano além do esperado. Sem cláusula clara, um arranhão profundo num sofá ou um carpete danificado vira disputa sobre o que a taxa de pet já cobria e o que extrapola — a maioria dos gestores experientes trata a taxa de pet como cobertura do desgaste normal (pelos, cheiro leve) e trata dano estrutural como qualquer outro dano, sujeito à caução normal da reserva, não à taxa de pet.

Erros comuns / Pontos de atenção

  • Não definir limite de porte e quantidade de animais no anúncio. Deixar “aceita pet” sem especificar limite abre espaço para o hóspede levar um animal de porte muito maior do que o imóvel comporta, ou mais de um sem aviso prévio.
  • Confundir taxa de pet com cobertura total de qualquer dano. A taxa cobre desgaste esperado do uso normal — dano estrutural ou item de maior valor danificado pelo animal deveria seguir o mesmo processo de cobrança de dano de qualquer outra reserva, não ficar limitado ao valor da taxa de pet.
  • Não atualizar o enxoval e os itens do imóvel pensando no público pet. Tapete claro, sofá de tecido delicado ou plantas tóxicas para animais geram reclamação e dano evitável quando o imóvel não foi ajustado para receber esse público regularmente.
  • Aplicar a política de forma inconsistente entre canais. Aceitar pet no Airbnb mas não deixar claro a mesma regra no site de reserva direta, ou vice-versa, gera hóspede chegando com animal num canal que não previa essa possibilidade.
  • Não perguntar o histórico do animal antes do check-in. Um pet mal socializado em espaço fechado pode gerar reclamação de vizinho ou dano por ansiedade — uma pergunta simples no pré-check-in sobre porte, idade e comportamento do animal evita boa parte dos casos problemáticos.

Por que controlar isso no sistema, e não na planilha

Aplicar a política de pet de forma consistente exige que a regra — taxa, limite de porte, cláusula de responsabilidade — esteja vinculada a cada imóvel específico e visível no momento de confirmar a reserva, não dependendo de o atendente lembrar a regra de cabeça a cada mensagem. No Staymin, as regras da casa e taxas específicas de cada imóvel ficam centralizadas no cadastro do imóvel, e o cálculo automático de repasse já contempla a taxa de pet como receita adicional daquela reserva específica, sem misturar com a diária base nem exigir ajuste manual no fechamento do mês.

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